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LILI


Mãe da Lívia

30 anos (20/09)

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Novamente ontem pensei q a Lívia fosse nascer... barriga mto dura e mto dolorida... e ela se mexendo mto... foi assim até umas 3 da madrugada e eu não conseguia relaxar pra dormir... foi mto estranho...

Dava impressão de contração, pois a barriga ficava mto dura, mas como ela se mexia mto e dizem q qdo é contração de verdade, o bebê fica quietinho... tenho medo de não saber identificar qdo chegar a hora.

Ontem a noite limpei todo o quartinho dela, deixei td bonitinho, faltando apenas arrumar o berço, q vamos fazer qdo chegarmos do hospital, pra não ficar juntando pó.

As encomendas q fiz na net e da minha vizinha devem chegar e ficar prontas na semana q vem e enfim... vai ficar td certinho.


Semana q vem, dia 18 tenho consulta com a GO... vou marcar mesmo a cesária... ontem conversando com uma amiga q fez parto normal e passou pela temida episiotomia, a filhinha dela tá com 6 meses... ela disse q a vida sexual ainda não voltou ao normal, q sente mta dor por dentro na hora H... a Ana Julia nasceu com 2940kg... menor dq a Lívia já estava com 35 semanas...

Já me decidi... até dia 25, a minha princesa estará nos meus braços...


Minha vizinha acabou de chegar do hospital... ela fez uma cirurgia de retirada do utero, pois estava com anemia profunda devido ao grande fluxo menstrual... é uma cesariana mais complexa e sem bebê... eu a vi chegando e fui dar um abraço... ela tava acabadinha e com dor... mas infelizmente teve q passar por isso.

Esses dias a gente tava comparando os nossos casos... no meu, a minha dor será amenizada por um lindo bebê... não tem nem comparação.


Segue um artigo interessante sobre episiotomia.


Episiotomia: necessidade ou fantasia?

O que é a episiotomia?
A episiotomia é um procedimento cirúrgico que visa ampliar a abertura da região vulvoperineal no momento do desprendimento da cabeça do bebê. Este procedimento consiste em realizar uma incisão sobre o períneo a partir da fúrcula vaginal. Esta incisão abrange a pele, mucosa vaginal, aponeurose superficial do períneo e as fibras dos músculos bulbocavernoso e do transverso superficial do períneo e às vezes fibras internas do músculo elevador do ânus. Esta incisão pode ocorrer em três locais distintos.

Para que foi proposta?
Em 1910, quando foi proposta por Michaelis, acreditava-se que poderia diminuir os danos que o parto vaginal provocaria no assoalho pélvico.

Quais são as novidades?
Desde a década de 80 são realizados estudos que mostram que a episiotomia, ao contrário do que se imaginava, aumentava a incidência do trauma perineal e não o protegia.
Os estudos mostraram que a episiotomia mediana está associada com alto índice de laceração de terceiro e quarto graus (ruptura de esfíncter retal e reto) o que pode levar a incontinência fecal. A episiotomia mediolateral está associada à maior incidência de dispareunia (dor ao coito) e dor perineal. Além disso, ela não diminui a incidência de incontinência urinária, de queda da bexiga ou do intestino nem consegue manter a força muscular do assoalho pélvico. A episiotomia consegue diminuir a incidência de lacerações de 1º e 2º graus e de lacerações periuretrais, porém os estudos mostraram que as mulheres que tiveram lacerações espontâneas têm menor índice de complicações em relação às mulheres episiotomizadas, e em alguns casos estas lacerações nem necessitam de sutura, pois são muito superficiais.

Quais são os motivos para que ela continue sendo praticada?
Talvez o real motivo de a episiotomia continuar sendo praticada rotineiramente seja uma fantasia relacionada à sexualidade. No momento do parto a passagem do bebê distende o colo do útero, a vagina e, por último, o períneo. Quando se faz a episiotomia, o períneo não é tão distendido, ele não precisa dilatar para a passagem do bebê, o que leva a uma falsa idéia de que assim pouparíamos a vagina inteira de uma distensão que jamais se recuperaria. Existe a ilusão de que a vagina ficará aberta e frouxa para sempre e será incapaz de proporcionar prazer ao homem e à própria mulher. A episiotomia seria capaz de devolver a mulher à condição virginal, pois quando é suturada se realiza o “ponto do marido” que consiste em um ponto que aproxima alguns músculos do assoalho pélvico e faz com que a vagina fique mais fechada do que era antes do nascimento da criança.

Os órgãos genitais conseguem voltar a sua forma original?
Na realidade o colo do útero se abre de zero para dez centímetros para a passagem do bebê e em poucos dias após o parto volta à sua forma original. O próprio corpo do útero que aumentou de tamanho para poder alojar o bebê durante a gestação em poucos dias volta a ficar do tamanho de uma pêra. A vagina e o períneo se distendem para a passagem do bebê, mas retornam imediatamente às suas formas anteriores. A força muscular, o grau de elasticidade e o calibre da vagina se modificam após um parto, lembrando que a episiotomia não impede que estas alterações aconteçam. A intensidade destas alterações depende do tipo de tecido conjuntivo de cada mulher e do preparo da musculatura com exercícios vaginais prévios e posteriores ao parto.

Como podemos ajudar na recuperação do corpo e dos órgãos sexuais após o parto?
Imediatamente após o parto, temos muitas alterações físicas, o abdome permanece proeminente e flácido, existem alguns excessos de gordura por toda parte, mas a recuperação física depende imensamente dos cuidados que a puérpera tem com seu corpo.
Aquelas que fazem exercícios e se alimentam adequadamente se recuperam rapidamente e muitas vezes não ficam com nenhuma alteração física ou estética decorrentes da gestação. O mesmo pode se esperar da vagina e do períneo: se a mulher realizar exercícios e massagens perineais pré e pós-parto terá uma recuperação melhor. Algumas mulheres podem ficar com uma pequena alteração no calibre da vagina, mas isto não traz nenhuma implicação para sua saúde e muito menos para sua vida sexual.

Qual a verdadeira relação entre calibre vaginal e prazer sexual?
Acreditar que o prazer sexual depende do calibre da vagina é equivalente a acreditar que o prazer dependa do tamanho do pênis, ou seja, significa crer que o prazer sexual provém do atrito entre os órgãos genitais masculinos e femininos e nada mais. Sabemos que isto não é verdade, pois, durante um ato sexual prazeroso para o casal existe uma lubrificação intensa e a fricção mal pode ser sentida. O prazer sexual depende da libido (desejo sexual), e esta depende de uma infinidade de fatores emocionais e circunstanciais. Portanto, a episiotomia, mesmo que mantivesse a vagina com um calibre menor, jamais poderia garantir sucesso sexual a um casal.

Quando a episiotomia deve ser realizada?
A indicação da episiotomia é um tópico controverso, pois sua indicação depende de observações subjetivas e algumas objetivas.
A indicação mais objetiva é o sofrimento fetal no período expulsivo, neste caso a episiotomia abrevia o tempo para a saída do bebê trazendo benefícios para sua vitalidade.
Fetos muito grandes estão associados a maior incidência de lacerações importantes, neste caso a episiotomia pode ser preventiva, mas algumas mulheres com fetos grandes e períneos elásticos e preparados com exercícios e massagens perineais podem não apresentar lacerações, portanto aí vem a subjetividade.
Outra indicação é a iminência de ruptura no períneo resistente.
A aplicação de fórceps deve ser acompanhada de episiotomia, pois este instrumento faz com que a cabeça do bebê saia muito rápido além de se somar ao tamanho da cabeça do bebê tornando este volume muito grande, o que em muitos casos pode provocar lacerações vaginais importantes.

"Minha GO disse q faz sempre a episiotomia".

Bjos

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postado por: Lili às 06:39